O que trava o seu resultado passa pelas pessoas.
Eu conecto o que acontece com as pessoas ao que acontece no negócio.
Eu leio o que está travando o resultado, e conduzo a saída.
Eu analiso como o trabalho, a liderança e a cultura estão organizados na sua empresa, mostro onde isso está custando entrega, permanência e crescimento, e fico até o plano virar rotina de gestão.
A performance oscila de um trimestre para o outro, e ninguém consegue explicar o que mudou.
A entrega fica constante: prioridade clara, rituais de gestão com cadência e acompanhamento do que de fato indica resultado — sem depender de pressão.
Todo problema de gente volta para a sua mesa.
O problema é resolvido onde ele nasce, com critério que a liderança já sabe aplicar.
Os talentos bons vão embora e ninguém sabe explicar por quê.
Você sabe o que segura as melhores pessoas — e age antes de elas pedirem a conta.
A saúde mental do time já cobra caro no resultado, e o assunto segue sem dono.
Vira decisão de gestão, com dono, com plano e com efeito visível na entrega.
A conversa difícil que todo mundo conhece nunca acontece.
A conversa acontece com combinado, prazo e acompanhamento — e muda o que precisava mudar.
A empresa tem para onde crescer, e não tem quem leve.
Tem quem assuma, e critério para decidir rápido quando a cadeira abre.
Eu olho quatro camadas ao mesmo tempo.
Não são quatro temas separados, e não é um por vez. É uma análise só, e é a relação entre as quatro que explica por que o resultado trava.
Comportamento
O que as pessoas fazem, evitam e repetem — e o que isso produz no dia a dia.
Liderança
Como quem decide lê o próprio papel, desenvolve o time e conduz as conversas.
Cultura
O que a empresa faz na hora de decidir sobre gente — que é o que todo mundo lê como cultura.
Ambiente de trabalho
Como o trabalho é organizado, distribuído e cobrado. É aqui que a saúde mental aparece, quando ela é parte do que está em jogo.
Performance não é uma das camadas.É o que aparece quando as quatro são lidas juntas.
O mercado olha metade. Eu leio a relação.
Quinze anos em cadeira executiva de RH e gestão, especialização em planejamento e gestão de negócios, psicologia com neurociência aplicada. Três repertórios que o mercado costuma manter em salas separadas. Mas a soma ainda não é o diferencial — qualquer um lista formações. O diferencial é o que ela permite enxergar: gente e resultado na mesma análise, ao mesmo tempo.
Onde trava e como sair. Sempre os dois.
A maior parte do mercado entrega o retrato do problema e vai embora, e o plano vira a proposta seguinte. Aqui o plano faz parte do trabalho desde o começo.
A leitura
Entrevistas, inventários, auditoria de práticas e observação de como a empresa decide de fato — nas quatro camadas, ao mesmo tempo. É o que sustenta tudo o que vem depois.
Mapa da Realidade
Onde o resultado está travando pelas pessoas, com as frentes ordenadas por peso e o que cada uma está custando. É o documento que você leva para a mesa da diretoria.
Mapa do Movimento
Como sair dali: o que muda primeiro, em que ordem, quem responde por cada frente e como se percebe que mudou. É o “como resolve”, e ele vem sempre junto.
Daí em diante, o acompanhamento é escolha sua. Eu posso ficar enquanto o plano vira rotina de gestão — nos formatos logo abaixo — ou você segue com ele na mão.
Os três temas que eu trabalho.
A empresa chega por um deles. O método é o mesmo nos três — o que muda é o que está mais urgente e por onde o trabalho começa.
Saúde mental no trabalho
"A norma chegou e a gente não sabe o que fazer com o resultado."
A avaliação que a NR-1 exige, com documentação que se sustenta na fiscalização — e uma leitura que mostra o que nas condições de trabalho está adoecendo o time. Para recuperar a entrega que o adoecimento está levando.
Como eu trabalho esse temaLiderança e sucessão
"Meus líderes entregam, mas não sustentam o time."
Desenvolvimento de quem decide — individual ou em grupo —, preparação de sucessores e a mediação da passagem entre quem sai e quem entra. Para o time entregar mais com as pessoas que já estão lá.
Como eu trabalho esse temaCultura e gestão de pessoas
"Todo mundo concorda com a cultura, e ninguém decide do mesmo jeito."
Leitura de cultura, critérios de gestão e acompanhamento das decisões caras sobre gente — com os sócios, com a liderança e com quem responde por RH. Para gente deixar de ser o teto do crescimento.
Como eu trabalho esse temaEm que formatos isso acontece.
O trabalho toma a forma que o caso pede, e os formatos se combinam entre si. O que muda de um para o outro é quem está na sala, por quanto tempo eu fico e a profundidade — a leitura é a mesma em todos.
Consultoria
A leitura integrada das quatro camadas, no escopo da empresa — comportamento, liderança, cultura e ambiente de trabalho lidos juntos, e não um de cada vez. Termina com o Mapa da Realidade e o Mapa do Movimento nas suas mãos. É por onde quase todo trabalho começa, e onde muita empresa decide parar, com o que precisava.
Talks
Uma conversa em roda sobre um tema que está pesando ali dentro. Eu conduzo, leio a sala e trago prática; o que fica de pé se constrói com quem está na roda. Para a liderança ou para a empresa inteira.
Labs
Encontro de trabalho: o time sai da operação e trabalha o tema até virar acordo. Sai com decisão e combinado, não com anotação.
Programa de Liderança
Em grupo, de quatro a oito gestores no mesmo desenho, cada um com o próprio plano de desenvolvimento.
Mentoria
Individual, da leitura ao acompanhamento. Para quem lidera, e para quem quer decidir sobre a própria carreira.
Advisory
Presença contínua ao lado de quem decide: as decisões caras sobre gente discutidas antes de serem tomadas, com quem já sentou nessa cadeira.
Onde isso aparece na conta da empresa.
Os três temas terminam no mesmo lugar: o resultado. O que muda é por onde a conta aparece primeiro — na entrega do time, em quem fica, ou no teto do quanto a empresa consegue crescer.
O crescimento dos afastamentos por transtornos mentais no Brasil entre 2022 e 2024 — de 201 mil para 472 mil benefícios. A NR-1 tornou a gestão desse risco obrigação formal, e a OMS estima retorno de 4× para cada dólar investido no cuidado.
SmartLab (MPT e OIT) · OMS, The Lancet PsychiatryDa variação no engajamento de uma equipe é explicada por quem lidera — não pela empresa, pelo benefício ou pelo discurso. Trocar o gestor muda o time inteiro. Desenvolvê-lo também.
Gallup · 27 milhões de trabalhadoresMais lucratividade nos times mais bem geridos do que nos piores — dentro das mesmas empresas, no mesmo mercado, com os mesmos recursos. Junto vêm 18% mais produtividade em vendas e 10% mais engajamento dos clientes — como as pessoas são geridas dentro chega no cliente lá fora. Cultura decide o teto do quanto a empresa consegue crescer.
Gallup · 183 mil times, 90 países, 2024O número justifica a conversa. Ele não muda nada sozinho — o que muda o resultado é o que a empresa faz depois de olhar.

Luana Duvaresch
Psicóloga organizacional e mentora, com especialização em planejamento e gestão de negócios e em neurociência aplicada. Mais de quinze anos em cadeira executiva de RH e gestão — famílias industriais, multinacionais, startups de alto crescimento, fusões e aquisições.
Saí do sistema corporativo por escolha, depois de viver por dentro o que hoje leio de fora. É daí que vem a capacidade de ler as quatro camadas juntas: não porque estudei todas, mas porque operei dentro delas antes de analisá-las.
Se você trata gente como custo, eu não sou para você. Se você entende que o seu resultado passa pelas pessoas, é comigo que você vai olhar para a raiz.
De onde vem a leitura
- Planejamento e gestão de negócios
- Psicologia organizacional
- Neurociência aplicada
Comece por uma conversa.
Sem custo e sem compromisso. Você sai dela com uma leitura do que está acontecendo aí — mesmo que a gente nunca trabalhe junto. Se fizer sentido seguir, eu desenho uma proposta sob medida. Se não fizer, eu digo com franqueza que não sou a pessoa certa.
